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201 Kombi e Kombi Luxo 6
Portas |
261 Kombi Pick Up |
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204 Kombi Luxo |
265 Kombi Capine Dupla
Pick Up |
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211 Kombi Furgão |
271 Kombi Ambulância |
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231 Kombi Standart |
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A
Kombi veículo em produção desde 1957, para os padrões atuais, ela é desconfortável
e nos anos 90 ganhou fama de fogueira sobre rodas, mas ainda é útil e sem igual no
mercado, seja na praticidade ou no preço. Hoje, o Brasil é o único
país que fabrica o modelo seguindo o projeto básico original: carroceria no
estilo “pão de fôrma”. |
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O
a remota origem começou em 1947. Primeiro empresário não-alemão a
acreditar no Fusca, o holandês Ben Pon
estava no meio de uma reunião na matriz da Volkswagen quando teve a idéia de fazer
um modelo monovolume com motor “a ar”. Os ingleses, que ainda ocupavam a fábrica
de Wolfsburg, não se interessaram pelo projeto. Só depois que as tropas britânicas
deixaram a empresa é que o utilitário entrou em linha. Era março de 1950. No
início, era só um furgão todo fechado que recebeu a denominação Type 2. |
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Logo depois, veio a versão com janelas laterais e bancos para oito
passageiros. Nascia a Kombi, abreviação de Kombinationfahrzeug, ou veículo de uso combinado. No mesmo ano, a Kombi começou
a ser vendida no Brasil, importada (e depois montada) pelo grupo Brasmotor,
representante Chrysler e dono da Brastemp. Em 1953, a própria Volkswagen criou
uma filial aqui. A produção da Kombi com peças nacionais começou em setembro
de 1957, antes mesmo do fusca em 1959. Foi o primeiro modelo da marca feito no Brasil e participou
intensamente da construção de Brasília. |
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Enquanto
aqui a Kombi sempre foi um modelo trabalhador, nos EUA, o “pão de fôrma”
da Volkswagen virou transporte hippie durante os anos 60. Na Europa, a
Kombi foi mudando ao longo do tempo até sua forma original desaparecer.
No Brasil, a Kombi passou por apenas duas grandes plásticas: uma no fim
de 75 passando para o modelo "Clipper" e outra em 97. O modelo feito
aqui hoje é muito semelhante ao alemão produzido de 67 a 76. |
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Um veículo que conquistou os
consumidores de todo o país, porque adotou um conceito de sucesso: robustez,
boa dirigibilidade e versatilidade. Características que ficaram ainda melhores
com as inovações dos bancos dianteiros individuais, da porta lateral corrediça,
do teto mais alto, novas tampas traseiras e injeção eletrônica digital
multiponto. |
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Em Dezembro de 2005 a Kombi deixou de ser equipada com o motor a ar,
passando a um EA-111 1.4 Flex do Fox exportação. O fim do motor a ar foi
comemorado com a "Série Prata" limitada a 200 unidades, ela traz vidros
verdes, para-choques cinzas, desembaçador, lanternas e piscas fumes e é
pintada na cor prata. |