Sedan/Fusca 113

1950-1952 Split

1970-1972 1300-1500

1952-1957 Oval

1973-1979 1300-1500-1600

1958-1966 Sedan1200

1979-1986 1300-1500-1600 (Fafá)

1966-1970 Sedan 1300

1993-1996 1600 (Itamar)

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    A história do fusca no Brasil começa em 17 de novembro de 1950, a importação continuou até 23 de março de 1953 quando a Volkswagen começou a montar o Sedan em São Paulo com peças vindas da Alemanha, e só passou a ser fabricado a partir de 1959, com 54% de nacionalização, que passaria a 90% em 1961

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Os Modelos importados foram os Split de 50 a 53 e montados aqui os ovais de 53 a 58, no ano seguinte passou a ser fabricado aqui, com motor 1192cc de 36cv a 3700rpm, velocidade máxima de 110km/h e consumo de 10km/l. suspensão dianteira e traseira independente e amortecedores de dupla ação, sistema elétrico de 6v.

 

     Nos anos 60 o Sedan receberia varias alterações, alcançando em 1962 a liderança de mercado, em 1967 é lançado o Sedan 1300, a mudança de maior importância era o motor 1300 de 46cv a 4600rpm, houve outras mudanças como na janela traseira, tampa do motor,  rodas, espelho, entre outras melhorias nos freios e conforto. A Kombi e Karmann Ghia ganharam o motor de 1500cc de 52cv.

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    A década de 70 o Fusca sofreria mais alterações e consolidação na liderança do mercado, como em 1972 com 232.852 unidades vendidas. A exportação também fez com que mais melhorias acontecessem, surgiu o Fuscão 1500, o modelo 1300 tinha freios a disco opcionais, e o 1600S o super Fuscão tinha rodas maiores e dupla carburação como a Brasília, ambos modelos receberam maiores bitolas e barra estabilizadora, o sucesso do Super Fuscão 1600S fez com que ele virasse modelo de série substituindo o 1500, nessa época surgiu o 1300L, motor 1300 e acabamento do 1500, essa década ainda contaria com o Karmann Ghia TC, SP-1 e SP-2, e o fenômeno Brasília. O ano de 1976 foi o fim para o Variant (substituído pelo Variant II), TL, Karmann-Ghia TC, e SP2. O lançamento do Passat (1974) indicava o início de novos tempos na Volkswagen do Brasil, o tempo da água...

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Os anos 80 trouxeram o lançamento de um sucessor do fusca o Gol que usava motor boxer 1300 e depois 1600, em 1984  pôde  ser equipado com o motor refrigerado a agua. A década de 80 teve o fim da Variant II em 1981, da Brasília 1982 e do Fusca em 1986 com a série Prata.

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    A ausência do Fusca se desfez em 1993, o então presidente da República Itamar Franco, interessado na geração de empregos e na popularização do automóvel, incentivou a Volkswagen do Brasil para que trouxesse de volta as linhas de montagem o glorioso besouro. Dessa forma, o Fusca retornava à cena. Dessa vez, não só o carro recebia aperfeiçoamentos, como também a linha de montagem. O maior problema do Fusca estava na forma de produção, já bastante fora dos padrões, e por isso com baixa produtividade. Carros mais modernos podiam ser montados, em modelos e versões diferentes, numa mesma linha de produção, com alto grau de automação. A nova linha de produção do Fusca alcançou um nível razoável de automação, mas era dedicada a apenas ao modelo.

 

De 1993 a 1996, o modelo "Itamar" vinha equipado com ignição eletrônica, pára-brisa laminado, pneus radiais sem câmara, catalisador e cintos de segurança dianteiros retráteis de três pontos. O interior recebia novo volante espumado, bancos com apoio de cabeça de série e revestimento protegido contra fogo. Havia até versão a álcool. O câmbio continuava de quatro marchas, com relação de diferencial 3,88:1, mas os pneus de maior diâmetro que o previsto deixaram a quarta longa demais.

    Sua produção ficou em 47.700 unidades e, em 1996, as últimas unidades novamente se vestiram de pompa para mais uma despedida: A Série Ouro, com revestimentos do esportivo Pointer, novos mostradores de fundo branco, faróis de neblina e outras sofisticações. Os últimos Fuscas saíram em 28 de junho de 1996, sendo fabricado apenas em Puebla no México até 2004

 

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