| 1950-1952 | ||
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Chega ao Brasil os primeiros VW Sedan 1100 (1132cc) com rodas 16, na versão exportação Deluxe. | |
| 1953-1958 | ||
| Fundada a Volkswagen do Brasil em 23 de março de 1953, que passa a montar o Sedan 1200 (ovais), vindos em CDK da Alemanha. | ||
| 1959-1966 | ||
| É Fabricado no Brasil, o VW 1200 Sedan, com 36cv. em 1964 novo tanque de combustível, 1965, piscas e nariz da placa ficam maiores, lançado versão com Teto Solar, chamado "Cornowagen" que é tirado no ano seguinte. | ||
| 1967-1969 | ||
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Lançado novo motor de 1300cc de 46cv, vidro traseiro mais largo, espelho na porta, rodas ventiladas. Sistema elétrico 12v Lançado o VW 1600 quatro portas em 1968, em 1969 lançado a Variant com motor plano e também o Karmann-Ghia conversível, | |
| 1970-1971 | ||
| Lançados, no Brasil, o modelo 1.500, com motor de 44 cv, bitola traseira mais larga, barra compensadora traseira, freios dianteiros a disco opcionais, em 1970 o TL, modelo fastback baseado no 1.600 quatro-portas, que era descontinuado, em 1971 a TL e Variant ganhavam a frente baixa. | ||
| 1972 | ||
| Sem grandes modificações, o Fusca brasileiro alcançava a milionésima unidade, enquanto mundialmente a marca batia o recorde do Ford Modelo T, com 15.007.034 exemplares. Lançado mais um esportivo, o SP2, de 1.700 cm3 e 60 cv. Uma versão de 1.600 cm3, SP1, sequer chegou a ser comercializada. | ||
| 1973 | ||
| O modelo brasileiro recebia faróis semelhantes ao modelo europeu. Surgia também o 1.500 Standard e modificações no carburador e nos revestimentos internos complementavam as novidades. Outro derivado que nascia era a Brasília, totalmente desenvolvida no Brasil. Também utilizava a mecânica e plataforma VW. | ||
| 1974 | ||
| Lançado o 1.600 S, com motor de 54 cv e dupla carburação, rodas aro 14" e uma tomada de ar sobre a tampa do motor. A própria marca o apelidou "besourão" ou "bizorrão". Todos os modelos contavam com bitola dianteira mais larga e acelerador de duplo estágio. Eram adotadas tomadas de ar à frente do pára-brisa e saídas de ar junto aos vidros laterais traseiros. O ano marcava, também, o surgimento da família "a água" no Brasil com o Passat. | ||
| 1975-1976 | ||
| O Sedan ganhava reforços no chassi, enquanto o 1.300 surgia também na versão "L". O 1.500 e o 1.600S eram substituídos pelo 1.600 básico, de acabamento mais sóbrio que o "bizorrão". 1976 Dois milhões de unidades produzidas. | ||
| 1977-1978 | ||
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As versões 1.300 L e 1.600 recebiam aprimoramentos no acabamento, o sistema de freios passava a contar com luz-piloto no painel e a carroceria ganhava reforços. No final do ano era apresentada a Variant II. Em 1978 o Sedan ganhava novas maçanetas externas e internas e o acesso ao tanque de combustível dispensava a abertura do porta-malas. A Brasília recebia novos detalhes estéticos, como polainas plásticas nos pára-choques. | |
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Lanternas traseiras maiores e circulares (gerando o apelido de Fusca "Fafá") e os primeiros motores a álcool. em 1980 é lançado o gol com motor 1300 "a ar" de 42 cv, mas com posição e tração dianteiras. O Fusca surgia com apoios de cabeça opcionais e era lançada a Série Prata, especial, com pintura em prata e interior cinza. A Variant II, mal sucedida, deixava de ser produzida. |
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| 1981-1983 | ||
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O VW recebia novos instrumentos e uma nova versão mais luxuosa do 1.300, a GL. Ano do nascimento da Parati e do picape Saveiro. Marcou também a retirada da Brasília de produção. Em 1983, agora com o nome Fusca oficial, um só modelo passava a existir, com diferentes opções de acabamento. As tradicionais lanternas traseiras menores, então só para os modelos mais simples, desapareciam. |
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| 1984-1986 | ||
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Em 1984 O Fusca passava a ter apenas o motor 1.600 e os modelos a álcool recebiam ignição eletrônica. Surgia nova série especial Love no ano seguinte a opção de cores metálicas para o Fusca e nova série especial, desta vez em verde metálico, com rodas de 14 pol com sobre-aros cromados, faróis de longo alcance, buzina dupla e vidros verdes. Em 1986 os últimos exemplares tiveram lista de reserva e saíram das linhas de montagem com acabamento luxuoso. Só o México prosseguia com a produção dos Sedan. |
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| 1993-1996 | ||
| De 1993 a 1996, o modelo "Itamar" vinha equipado com ignição eletrônica, pára-brisa laminado, pneus radiais sem câmara, catalisador e cintos de segurança dianteiros de três pontos. O interior recebia novo volante espumado, bancos com apoio de cabeça de série e revestimento protegido contra fogo. Havia até versão a álcool. O câmbio continuava de quatro marchas, com relação de diferencial 3,88:1, mas os pneus de maior diâmetro que o previsto deixaram a quarta longa demais. o "novo" Fusca trazia uma gama mais sofisticada de cores, com destaque para as metálicas. O tradicional friso cromado dava lugar a um adesivo nos tons verde e amarelo. Cromados, só se mantinham as capas das luzes de direção dianteiras e os aros dos faróis e o escapamento passava a ter saída única, na parte de baixo do pára-lama traseiro esquerdo. |